A Chapelaria #002

Os jogadores estrangeiros da Europa, da África e da Ásia que atuaram no futebol brasileiro, a epopéia do São Caetano na Libertadores de 2002 e o famigerado roubo da taça Jules Rimet são os temas do segundo episódio do podcast A Chapelaria!

E tem mais: avô inglês ganhando prêmio porque o neto foi pra seleção, Tévez jogando um quebra-canelas na cadeia, o goleiro egípcio imorrível e a invasão dos torcedores do Newcastle no estádio do rival Sunderland.

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Olá! Este é o post sobre o segundo episódio d’A Chapelaria. Como não dá pra saber se você tá chegando pelo site ou a partir de outro lugar, como Facebook, YouTube ou Instagram, aqui vai uma breve explicação: esse post contém links, fotos, vídeos e outros conteúdos que expandem os assuntos abordados no programa. Então se você ainda não ouviu essa edição e não quer spoiler, é melhor não descer e ler o resto do texto.

Jogo grande

Trevor Burlingham, avô de Lewis Cook, com o bilhete da aposta premiada

Quem revelou ao mundo a inusitada aposta de Trevor Burlingham, o avô do meia inglês Lewis Cook, foi o jornal britânico The Mirror. O periódico ainda revelou que esta não foi a primeira vez que uma aposta desse tipo acabou bem-sucedida. Quando o goleiro Chris Kirkland tinha 12 anos, seu pai apostou que Chris um dia jogaria na seleção nacional e levou um prêmio de quase R$50 mil.

Mas quem se deu bem mesmo foi a família do jovem atacante Harry Wilson. Peter Edwards, avô do jogador, apostou mais ou menos R$240 que seu neto estrearia pela seleção do País de Gales antes dos 18 anos. Aposta arriscada, mas que valeu a pena quando Harry Wilson vestiu a camisa galesa aos 16 anos (!). Sabe quanto o avô de Wilson levou pra casa? 125 mil libras, o que equivalente a R$600 mil (!!!!!!!!!!!).

A dica que a gente dá é ir observando seus primos, irmãos, sobrinhos, filhos e netos e, quem sabe, apostar cinquentinha que um dias eles chegam lá.

Ah, e se você gostou desse negócio de aposta inusitada, tem essa aqui também: antes da Copa de 2014, o norueguês Richard Helmensen apostou R$40 que o atacante uruguaio Luis Suárez morderia alguém no mundial do Brasil. Dito e feito. Suárez abocanhou o ombro do italiano Chiellini e garantiu ao apostador norueguês cerca de R$6.300!

Lewis Cook em ação pelo Bournemouth

Made in Europe/Asia/Africa

Petkovic comemorando gol pelo Flamengo, onde virou ídolo

Bem, se você se lembra de algum jogador não-latino que brilhou ou envergonhou o seu time, manda um áudio pra gente: (11) 9494-88400.

Pra encerrar esse assunto, deixamos lances de dois jogadores europeus: cinco frangaços do goleiro montenegrino Željko Tadić, do Vasco, em um único jogo; e o golaço de falta de Petkovic na final do Campeonato Carioca de 2001.

Quebra-canelas

Tévez atuando pelo Boca Juniors

Se você ficou incrédulo com a história de que o Tévez e Ábila teriam se lesionado em um picado (sim, esse é o modo como os argentinos dizem pelada) numa prisão, aqui vai o link da notícia publicada pelo jornal El Clarín.

Se é verdade ou não, ainda não dá pra saber, mas Carlitos ficou 20 dias fora por causa de uma lesão nesse mesmo período.

Na traaaaaave!

Aílton comemorando gol na Libertadores de 2002

São Caetano e azar costumam aparecer constantemente na mesma frase. É uma pena que as grandes equipes que Jair Picerni montou entre 2000 e 2002 nunca tenha conseguido levantar um troféu de grande expressão. No site Imortais do Futebol, há uma análise bastante profunda e detalhada do esquema tático e do time montado por Picerni.

Em 2014, dez anos após a morte do zagueiro Serginho, a ESPN fez uma ótima reportagem sobre aquele trágico acontecimento.

Infelizmente a ESPN não colocou na internet a reportagem que fez com o Adhemar falando sobre a quase-experiência dele no futebol americano. Mas tem esse texto bem bacana em que ele compara o nosso futebol com o futebol do Tio Sam. Aliás, ele voltou ao São Caetano depois dos 40 anos. Sim, pra jogar futebol americano!

Mais uma história pitoresca: às vésperas da final da Copa João Havelange, contra o Vasco, em 2000, o técnico Jair Picerni se envolveu numa briga de tapas e socos com um jornalista de um jornal local. Relembre:

Incansável

Essam El-Hadary na meta egípcia

Quando o goleiro Essam El-Hadary entrar em campo para representar o Egito no mundial da Rússia, se tornará o atleta mais velho a ter jogado uma Copa! Até o torneio de 2014, o recorde pertencia ao atacante camaronês Roger Milla, que ainda detém o recorde de jogador mais velho a fazer um gol em uma Copa do Mundo, aos 42 anos, 1 mês e 8 dias, contra a Rússia, no mundial de 94.

Atualmente, o jogador mais velho a ter jogado uma Copa é o goleiro colombiano Faryd Mondragón. Ele foi reserva de David Ospina no mundial de 2014, mas o próprio Ospina pediu que Mondragón entrasse no final da vitória de 4 a 1 da Colômbia sobre o Japão, na fase de grupos, pra consolidar o recorde do companheiro, que foi uma de suas inspirações na carreira, segundo ele.

E pra fechar: o recorde de atleta mais velho a ter jogado uma final de Copa do Mundo pertence ao italiano Dino Zoff, que entrou em campo na final do mundial de 82 com 40 anos, 4 meses e 13 dias de idade. Consequentemente, ele também é o jogador mais velho a vencer uma final de Copa entre os titulares, já que naquele ano a Itália venceu a Alemanha na finalíssima por 3 a 1 e foi tricampeã do mundo.

Dino Zoff, o jogador mais velho a atuar (e vencer!) uma Copa do Mundo

Fique com o momento em que o colombiano Fredy Mondragón substitui Ospina em 2014 e fez história. Poderíamos colocar o vídeo da transmissão da TV, mas é muito mais legal filmado pelos próprios torcedores colombianos:

A taça do mundo era nossa…

Pelé e taça Jules Rimet

Sobre o roubo da taça Jules Rimet, o saudoso (pra uns nem tanto…) programa Linha Direta fez um bom resumo do caso e do inquérito policial em 2006. E aqui o papo de que a Fifa não acredita que o troféu foi derretido e promete ir atrás investigar o roubo.

O cãozinho Pickles, que recuperou a taça perdida, em 1966, na Inglaterra

No dos outros é refresco!

Newcastle e Sunderland fazem um clássico que geralmente termina em confusão

A história sobre a invasão que os torcedores do Newcastle queriam fazer nos jogos do Sunderland, unicamente pra secar e torcer pela queda do maior rival, foi relatada pelo jornal inglês The Guardian. Por aqui, quem contou esse caso pitoresco foi o Trivela.

A Inglaterra tem um histórico de torcida adversária secando que é realmente inacreditável. Nas décadas de 70 e 80, as organizadas hooligans do Milwall, quando não tinham dinheiro pra acompanhar o time nos jogos fora de casa, iam aos jogos dos rivais West Ham, Fulham e Tottenham – na torcida do adversário, é claro. Essa história bacana (e outras maluquices da galera do Milwall) pode ser lida no livro À sombra de gigantes, do brasileiro Leandro Vignoli, que viajou ao mundo pra apresentar clubes menores que dividem a cidade com gigantes, como o caso de Espanyol e Real Madrid e Torino e Roma.

C’est fini

É isso! Essa foi a segunda edição do podcast A Chapelaria. A terceira edição vai ao ar no dia 1º de maio, daqui a duas semanas.

Enquanto isso, nos mandem comentários! Você pode comentar aqui, no Facebook, no Instagram, no YouTube ou no SoundCloud, mas o mais legal mesmo vai ser receber um áudio seu no nosso Whatsapp, assim você participa diretamente da conversa que vai acontecer no início do próximo episódio. Nosso número é (11) 9494-88400Até mais!

3 comentários em “A Chapelaria #002

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    1. Concordo contigo! Eu como são bernardense tô no mesmo barco! hahah Tá na pauta uma matéria sobre a Copa do Brasil que o Santo André ganhou. Vamos ver se vira!

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